Após 20h de viagem lá chegamos a Puerto Madryn, onde apanhamos rapidamente outro bus em direcçao a Puerto Piramides, a cerca de 100 km de distância.
Pequena vila situada numa baía na Penìnsula Valdés, Património da Humanidade desde 1999 (devido às suas riquissimas reservas marinhas), è o ponto de partida para deambulaçoes terrestres e ,principalmente, maritimas pelas redondezas.
Como chegamos na època errada, de riqueza nao vimos nada (se exceptuarmos uma colónia de elefantes marinhos, pacientemente à espera, em rochedos, que a maré alta chegasse para entao regressarem ao meio onde se sentem felizes).
Dualidade:
um deserto terrestre convive lado a lado com um paraiso marinho.
Em 24 horas fomos atacados por um calor alentejano durante o dia, uma chuva tropical durante a noite e um frio polar no novo dia.
Puerto Pirâmides, uma vila pequena que sobrevive à custa do turismo, situa-se numa pequena baía e embora as suas àguas sejam demasiado frias para um exigente mediterrânico, um apaixonado por desportos aquáticos sentir-se-á como um peixe na âgua.
De realçar que na Argentina, os nao argentinos chegam a pagar 4 ou 5 vezes mais por uma entrada num dos seus vários e imperdíveis parques nacionais.
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