Pequena vila a mais de 2000 metros de altitude, que sobrevive à custa de turistas que percorrem o chamado circuito andino do noroeste argentino.
A cultura andina envolve-nos completamente nesta zona e dá uma mostra ou prepara quem viaja a seguir para essa experiência inolvidável que deve ser a Bolívia, que em pouco ou nada se alterou nas últimas décadas.
A praça central é rodeada por lojas e vendedores de rua que vendem recuerdos, peças artesanais e a mais variada roupa andina, desde ponchos a gorros e luvas, feita de la de llamas e seus parentes andinos.
A vila situa-se no sopé do Cerro de las 7 colores, assim chamado porque apresenta sete cores diferentes, desde cinzento, castanho ou laranja.
Aliás a Quebrada de Humahuaca é Património da Humanidade devido exactamente às incríveis cores das formaçoes rochosas da regiao.
E, deixem-me que vos diga meus amigos, que a sensaçao de tranquilidade que nos invade aquando do pôr-do-sol, momento em que as cores das montanhas e as cores do céu se fundem orgasmicamente, é sublime e sem paralelo.
A estrada desde Jujuy até à fronteira com a Bolívia situa-se entre 2000m e 4000m de altitude e percorre largos vales e desfiladeiros, sempre protegidos por coloridas montanhas, que mais nao fazem do que causar uma horrível sensaçao de nada sermos e, estes ambientes podem explicar a incrível timidez e humildade dos povos andinos pois há muito, isso interiorizaram.
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